Livro O Despertar da Consciência do Átomo ao Anjo SE8999
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Livro O Despertar da Consciência do Átomo ao Anjo

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Sinopse do livro: “O Despertar da Consciência – Do átomo ao anjo”

Esta obra sintetiza fragmentos do Ensino Universal dos Espíritos, explicitando a origem, a natureza e a destinação do ser. As obras da Codificação kardequiana e outras coligadas evidenciam a existência de uma única substância primitiva – o princípio inteligente do Universo –, imanente na Força Suprema, a partir da qual tudo se origina e evoluciona num continuum infindo. No estudo que desenvolve, o autor detalha a sua trajetória evolutiva, do átomo ao anjo, facultando a compreensão de que tudo é vivo, dinâmico, solidário e interdependente no Tudo-Uno-Deus, onde o micro contém o macro e vice versa. Nessa trajetória, ao atuar como elemental nos alicerces da natureza, gerencia as vicissitudes que contribuem para que esse mesmo elemento e outros da retaguarda evolucionem.
Sebastião Camargo nos incentiva a sermos os médicos de nós mesmos, mediante a condução adequada dessas forças, segundo as diretrizes da Lei de Amor. Esclarece que a felicidade está na razão direta da liberdade e que só é livre quem assume a responsabilidade de fazer o máximo com o mínimo que conhece, a benefício de todos. O amor a si mesmo e ao semelhante é condição sine qua non para atingir as culminâncias da plenificação. Ser responsável é fazer somente o bem que propicia o Eterno Bem, o que significa pensar, sentir, falar e agir de conformidade com as determinações da Lei de Amor, Justiça e Caridade em sua maior pureza e simplicidade, dentro dos parâmetros daquilo que gostaríamos que se tornasse real em nossa existência. Ser livre significa amar incondicionalmente todos os estágios dimensionais da criação, compreendendo-os e respeitando-os dentro de suas limitações e necessidades evolutivas. Não devemos tolher a liberdade de quem quer que seja, tampouco sermos coniventes com a imaturidade e a irresponsabilidade de alguém. No entanto, podemos e devemos iluminar e libertar inúmeras outras consciências à luz da nossa transformação pessoal.
O Despertar da Consciência - do Átomo ao Anjo, estimula o leitor a avançar, intimorato, para frente e para o alto, vencendo a si mesmo, superando-se, para, por fim, lograr a renovação e a plenitude, na vivência do amor incondicional. A proposta de auto e de aloiluminação deve ser a meta existencial da consciência que despertou. Em qualquer momento, estágio ou setor da vida, apenas fará o que julgar coerente com o Bem Supremo, posto que o bem de todos é o eterno princípio.

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Livro O Despertar da Consciência do Átomo ao Anjo

Nota de esclarecimento:

Significado do símbolo do Instituto O Despertar da Consciência: a pirâmide e o olho de Hórus.
O símbolo adotado pelo Instituto O Despertar da Consciência como seu logotipo, e que se estampa na capa do livro do mesmo nome - a pirâmide contendo o olho de Hórus - tem despertado a curiosidade de alguns leitores desse livro e de ouvintes dos programas de Sebastião Camargo, relativamente ao seu significado.O olho de Hórus ou 'Udyat' é um símbolo proveniente do Egito Antigo. Significava poder e proteção, relacionado ao deus Hórus. Foi um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito antigo, em todas as épocas. Hoje, esclarece o escritor e orador, temo-lo como o Símbolo da Consciência Desperta. Na base da pirâmide, o canto do lado esquerdo representa o Amor Universal; o canto do lado direito representa o Conhecimento universal. No vértice das duas vertentes da pirâmide, na fusão do Conhecimento e do Amor, forma-se a Consciência ou o Ser imortal. O olho aberto no centro da Pirâmide significa a consciência menor, a alma ou personalidade encarnada que despertou e se integrou com sua totalidade. Quando ainda adormecida, o olho permanece fechado.

Consciência/Espírito

Amor Universal <O Sal da Terra> Conhecimento Universal
___________________________________________________________________________________________________________

ERRATAS DO LIVRO

Errata e Adendos da 6° Edição


Acréscimos para a sexta edição ou Adendo à 5ª edição da obra “O Despertar da Consciência – do átomo ao anjo”  


         Páginas sem numeração: 20, 44, 244, 396

 

Pagina 41:

Primeira citação

Adendo

Antes

 

[...] mesma substância que, embora mudando de forma, nada aumenta e nada destrói de si mesma, mas se refina seu modo de ser com qualidades cada vez mais sutis, complexas e perfeitas.40

 

Depois

[...] em cada uma dessas transformações podeis descobrir sempre a mesma substância que, embora mudando de forma, nada aumenta e nada destrói de si mesma, mas se refina seu modo de ser com qualidades cada vez mais sutis, complexas e perfeitas.

 

Pagina 97:

Segundo parágrafo

Unifiquei o número das citações

Antes

Ainda segundo Hernani G. Andrade, o terceiro núcleo do psiátomo é o que denominamos de corpo causal: a parte de que se constitui a consciência (o ser moral e o espiritual), o Intelecton. Sintetiza a função de “Inteligência-consciência – como faculdade de responder adequadamente às informações captadas pela percepção-memória”.

 

Depois

Ainda segundo Hernani G. Andrade (da mesma obra, capítulo e item citados), o terceiro núcleo do psiátomo é o que denominamos de corpo causal: a parte de que se constitui a consciência (o ser moral e o espiritual), o Intelecton. Sintetiza a função de “Inteligência-consciência – como faculdade de responder adequadamente às informações captadas pela percepção-memória”.

 

Pagina 106:

Unifiquei o número das citações

Antes

Analisemos o caminho percorrido por esse elemento vivo e atuante, quando canalizado pelas portas dimensionais que chamamos de centros de força, a serviço da entidade mental, na construção e na reconstrução de nosso universo:

 

Depois

Analisemos o caminho percorrido por esse elemento vivo e atuante, quando canalizado pelas portas dimensionais que chamamos de centros de força, a serviço da entidade mental, na construção e na reconstrução de nosso universo (idem, da última obra citada):

 

Pagina 164:

Adendo à citação

Antes

Para o trabalho saudável de integração dessas vertentes do Eu são necessários o trânsito por alguns estágios terapêuticos, quais o conhecimento de si mesmo, da própria personalidade; administração dos vários elementos que constituem essa personalidade; a busca de um centro unificador, para que se dê a realização do verdadeiro Eu mediante a reconstrução da personalidade em volta do recém-formado fulcro psicológico.

 

Depois

Para o trabalho saudável de integração dessas vertentes do Eu são necessários o trânsito por alguns estágios terapêuticos, quais o conhecimento de si mesmo, da própria personalidade; administração dos vários elementos que constituem essa personalidade; a busca de um centro unificador, para que se dê a realização do verdadeiro Eu mediante a reconstrução da personalidade em volta do recém-formado fulcro psicológico.

Como medidas auxiliares e recursos valiosos, devem ser utilizadas a meditação, a visualização terapêutica, a oração - que canaliza forças e energias superiores para o SeIf -, que contribuirão para a unificação dos eus, a harmonização do indivíduo.

 

 

Errata

Pagina 238:

            Nota de rodapé

Antes

452 XAVIER, F. C.; ANDRÉ LUIZ (Espírito). Falatórios. In: Vinha de Luz. cap. 73.

 

Depois

452 XAVIER, F. C.; EMMANUEL (Espírito). Falatórios. In: Vinha de Luz. cap. 73.

 

Pagina 339:

Adendo

Antes

Os seres da Criação são feitos à imagem e semelhança de Jesus. Essa capacidade criadora e mantenedora da vida pode ser facilmente identificada nas incontáveis formas existentes na Natureza. No ser humano, vemo-la tanto nas suas capacidades inatas como nas que se encontram em processo de elaboração, construção, aprimoramento e expansão. Analisando a essência do ser imortal, constata-se a sua inquestionável semelhança com o Arquiteto Cósmico, guardadas as devidas proporções.

 

Os seres da Criação são feitos à imagem e semelhança de Jesus (o Cristo). Essa capacidade criadora e mantenedora da vida pode ser facilmente identificada nas incontáveis formas existentes na Natureza. No ser humano, vemo-la tanto nas suas capacidades inatas como nas que se encontram em processo de elaboração, construção, aprimoramento e expansão. Analisando a essência do ser imortal, constata-se a sua inquestionável semelhança com o Arquiteto Cósmico, guardadas as devidas proporções.

 

Pagina 345:

Ajuste e adendo

Antes

A irrestrita fé em Deus é o conhecimento compreendido, apreendido, vivenciado e aprimorado, constante e conscientemente. Para Kardec, a fé deve encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. Logo, a fé racional é o efeito gerado pela compreensão da dinâmica da vida. Como consequência, a fé deve fomentar obras, sob pena de ser considerada morta por si mesma, segundo o Apóstolo Tiago. Para Confúcio, o que lemos, normalmente esquecemos; lembramo-nos, às vezes, do que vemos; mas, só nos tornamos, realmente, no que vivenciamos. Portanto, a fé se fortalece a cada etapa experiencial nobremente vivenciada, pois o que se transmite ao subconsciente é a habilidade adquirida e não o conhecimento assimilado, como definiu Pietro Ubaldi. Joanna de Ângelis, em Vida Feliz, recomenda como alimento da fé: “As boas leituras (que) enriquecem a mente, acalmam o coração, e estimulam ao progresso.”

 

Depois

A irrestrita fé em Deus é o conhecimento aprendido, apreendido, compreendido, vivenciado e aprimorado, constante e conscientemente. Para Kardec, a fé deve encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. Logo, a fé racional é o efeito gerado pela compreensão da dinâmica da vida. Como consequência, a fé deve fomentar obras, sob pena de ser considerada morta por si mesma, segundo o Apóstolo Tiago. Para Confúcio, o que lemos, normalmente esquecemos; lembramo-nos, às vezes, do que vemos; mas, só nos tornamos, realmente, no que vivenciamos. Portanto, a fé se fortalece a cada etapa experiencial nobremente vivenciada, pois o que se transmite ao subconsciente é a habilidade adquirida e não o conhecimento assimilado, como definiu Pietro Ubaldi. Joanna de Ângelis, em Vida Feliz, recomenda como alimento da fé: “As boas leituras (que) enriquecem a mente, acalmam o coração, e estimulam ao progresso.”

 

Pagina 345:

Adendo à primeira citação

Antes

Todos os elementos conhecidos e aqueles outros ainda não catalogados na química tradicional se constituem na base da luz.

 

Depois

Todos os elementos conhecidos e aqueles outros ainda não catalogados na química tradicional se constituem na base da luz.

Todos os minerais, plantas e animais, sejam quais forem, se organizam em agentes de luz.

 

Pagina 399:

Adendo

 

Glossário

Despertar (da consciência): processo gradativo de aquisição do discernimento relativamente à compreensão e à vivência das leis universais que a etapa em que o ser estagia, em seu processo de evolução, lhe permite e possibilita alcançar. Equivale a alcançar a “individuação” num determinado estágio de sua evolução. Nas diversas etapas existenciais, ocorrem diferentes “despertares”, cada qual pertinente ao grau de desenvolvimento, de conhecimento, de lucidez, adquirido pelo Espírito até aquele momento. Adquirir consciência, no seu sentido profundo, é despertar para o equacionamento das próprias incógnitas, com o consequente compreender das responsabilidades que a si mesmo dizem respeito. O ser consciente é um indivíduo livre e realizador do bem operante, que tem por meta a própria plenitude através da plenificação da humanidade.

 

 

Pagina 407:

Adendo

Procrastinar: adiar, delongar, demorar, espaçar, protrair, usar de delongas, de adiamentos. Transferir a realização de alguma coisa para um outro momento; prorrogar para outro dia. Adiar indefinidamente.

 

 

Pagina 408:

Adendo e ajuste

Antes

Vontade: representa a essência consciencial do Espírito. É a sua faculdade soberana; a força espiritual por excelência. É o próprio Espírito exercendo seu império sobre as potências menores. É a gerente esclarecida da mente.

 

Depois

Vontade: representa a essência consciencial do Espírito. É a sua faculdade soberana; a força espiritual por excelência. É o próprio Espírito exercendo seu império sobre as potências menores. É a gerente esclarecida da mente. é uma função diretamente vinculada ao Eu profundo, do qual decorrem as várias expressões do comportamento, que nem sempre a alma expressa com o equilíbrio que seria desejável. Assim sendo, tudo que se realiza, no movimento e na ação, está vinculado a esse fulcro desencadeador de forças para a objetivação, ou seja, a vontade é a faculdade de bem conduzir as aspirações objetivando uma finalidade compensadora, que resulte em paz íntima. A vontade é, portanto, o motor que impulsiona os sentimentos e as aspirações humanas para a conquista do infinito, sendo sempre maior quanto mais é exercitada.


Errata e Adendos da 6° Edição


Acréscimos para a sétima edição ou Adendo à 6ª edição da obra “O Despertar da Consciência – do átomo ao anjo”

 

Página 20:

Citação

Adendo

Antes

Aprendei a abrir, a folhear, a ler o livro oculto em vós, o livro das metamorfoses do ser. Ele vos dirá o que tendes sido e o que sereis, ensinar-vos-á o maior dos mistérios, a criação do “eu” pelo esforço constante, a ação soberana que, no pensamento silencioso, faz germinar a obra e, segundo vossas aptidões, vosso gênero de talento, far-vos-á pintar as telas mais encantadoras, esculpir as mais ideais formas, compor as sinfonias mais harmoniosas, escrever as páginas mais brilhantes, realizar os mais belos poemas.

 

Depois

Aprendei a abrir, a folhear, a ler o livro oculto em vós, o livro das metamorfoses do ser. Ele vos dirá o que tendes sido e o que sereis, ensinar-vos-á o maior dos mistérios, a criação do “eu” pelo esforço constante, a ação soberana que, no pensamento silencioso, faz germinar a obra e, segundo vossas aptidões, vosso gênero de talento, far-vos-á pintar as telas mais encantadoras, esculpir as mais ideais formas, compor as sinfonias mais harmoniosas, escrever as páginas mais brilhantes, realizar os mais belos poemas.

Tudo está aí, em vós, em torno de vós. Tudo fala, tudo vibra, o visível e o invisível, tudo canta e celebra a glória de viver, a ebriedade de pensar, de criar, de associar-se à obra universal. Esplendores dos mares e do céu estrelado, majestade dos cimos, perfumes das florestas, melodias da Terra e do espaço, vozes do invisível que falam no silêncio da noite, vozes da consciência, eco da voz divina, tudo é ensino e revelação para quem sabe ver, escutar, compreender, pensar, agir!

 

Página 43:

Segundo parágrafo

Adendo

 

Reconhecer e admitir a ignorância ante o que ainda não dominamos é iniciar o caminho do autoencontro. Realizar de forma consciente o que compreendemos sinaliza o início do processo de autoiluminação.

 

            Página 44:

Últimos parágrafos

Adendo

Antes

Se o nosso comportamento vibracional, mental e emotivo estiver em consonância com a harmonia cósmica, colheremos os resultados benéficos correspondentes às nossas vibrações edificantes, o que acelerará indefinidamente a nossa plenificação espiritual.

Avaliaremos quão grande é a nossa responsabilidade perante essas mentes simples, desde o início de sua escalada rumo à angelitude. A cada capítulo, traremos à tona velhas informações vestidas de uma nova roupagem, objetivando compreender mais intimamente esses personagens. Utilizar-nos-emos desses conhecimentos a benefício de todos, em todos os instantes e estágios de nossa caminhada. Renovaremos, nas páginas seguintes, o mais sublime convite que o Mundo Maior nos fez ao restabelecer o conteúdo do axioma insculpido na entrada do Templo de Delfos, na Grécia, “Conhece-te a ti mesmo”, como o meio mais prático e eficaz para o autoencontro e a fusão do eu externo com o eu interno.

 

Depois

Em a Natureza, não existe a possibilidade do ócio criativo, tampouco a da estagnação ou da acomodação infrutífera dos elementos. Há, sim, um constante caos aparente, regido pela Lei que a tudo regulamenta, seguido de uma ordenação ascendente, objetivando uma intérmina e irrefreável ascensão, pois, no Universo, no qual existimos e nos movemos, do qual proviemos e ao qual, fatalmente, reintegrar-nos-emos, tudo adere ao impulso de um movimento perene e plenificado pela Excelsa Sabedoria que o conduz,  e a esse movimento se submete.

Avaliaremos quão grande é a nossa responsabilidade perante essas mentes simples, desde o início de sua escalada, rumo à angelitude, pois, para elas, de modo análogo ao que ocorre nos altiplanos, somos deuses também. A cada capítulo, traremos à tona velhas informações vestidas de uma nova roupagem, objetivando compreender mais intimamente esses personagens. Utilizar-nos-emos desses conhecimentos a benefício de todos, em todos os instantes e estágios de nossa caminhada. Renovaremos, nas páginas seguintes, o mais sublime convite que o Mundo Maior nos fez ao restabelecer o conteúdo do axioma insculpido na entrada do Templo de Delfos, na Grécia, “Conhece-te a ti mesmo”, como o meio mais prático e eficaz para o autoencontro e a fusão do eu externo com o eu interno.

 

Página 62:

Primeiro parágrafo

Adendo

Antes

Estamos em Deus e, sendo assim, também somos deuses de um universo em miniatura, em constante transformação. Lê-se, nas palavras de André Luiz, que as macrocriações igualmente passam por tais processos. Quando avançamos no conceito de matéria, à luz dos estudos espíritas contextualizados, evidencia-se a materialidade em Deus: e o Verbo se fez carne e habitou entre nós, ou seja, a onda se faz partícula (o amor-substância se materializa). Sua mutabilidade se revela nas transformações incessantes de tudo o que existe, constituído por essa partícula, isto é, o que é tangível, ponderável, em movimentos incessantes, se transmuta em onda e se sutiliza (a energia física se torna psíquica). Em outras palavras, a força imanente em Deus se faz matéria por meio da exteriorização do Seu pensamento e a matéria se metamorfoseia, retornando ao estado original como Consciência. A materialidade, portanto, é um estado consciencial de expressão da Força Suprema e a mutabilidade é o processo por meio do qual a Unidade se torna variedade e a variedade recompõe a Unidade. Tal é a Lei, já que n’Ele nos movemos...

 

Depois

Estamos em Deus e, sendo assim, também somos deuses de um universo em miniatura, em constante transformação. Lê-se, nas palavras de André Luiz, que as macrocriações igualmente passam por tais processos. Quando avançamos no conceito de matéria, à luz dos estudos contextualizados do Espiritismo (o Espiritualismo moderno),[1] evidencia-se a materialidade em Deus: e o Verbo se fez carne e habitou entre nós, ou seja, a onda se faz partícula (o amor-substância se materializa). Sua mutabilidade se revela nas transformações incessantes de tudo o que existe, constituído por essa partícula, isto é, o que é tangível, ponderável, em movimentos incessantes, se transmuta em onda e se sutiliza (a energia física se torna psíquica). Em outras palavras, a força imanente em Deus se faz matéria por meio da exteriorização do Seu pensamento e a matéria se metamorfoseia, retornando ao estado original como Consciência. A materialidade, portanto, é um estado consciencial de expressão da Força Suprema e a mutabilidade é o processo por meio do qual a Unidade se torna variedade e a variedade recompõe a Unidade. Tal é a Lei, já que n’Ele nos movemos...

 

1    “O Espiritualismo moderno vai acentuar, desenvolver essa tendência, dar-lhe um sentido mais claro e mais rigoroso. Pelo lado experimental, ainda não é mais do que uma ciência; pelo objetivo das suas investigações, penetra nas profundezas invisíveis e eleva-se até aos mananciais eternos, donde dimanam toda a força e toda a vida. Por essa forma une o homem ao Poder Divino e torna-se uma doutrina, uma filosofia religiosa.

       O Espiritualismo moderno dirige-se principalmente às almas desenvolvidas, aos espíritos livres e emancipados, que querem por si mesmos achar a solução dos grandes problemas e a fórmula do seu Credo. Oferece-lhes uma concepção, uma interpretação das verdades e das leis universais baseada na experiência, na razão e no ensino dos Espíritos.”

       DENIS, L. O Problema do Ser: A evolução do pensamento. In: O Problema do Ser, do Destino e da Dor. 1ª parte, cap. 1.

 

 

Página 70:

Segunda citação

Adendo

Serão imortais as almas dos animais ínfimos? Sim; elas têm sensações e memória. Cada alma é uma mônada, pois o poder que cada uma possui, de agir sobre si mesma, prova a sua substancialidade, e todas as substâncias são mônadas. Aquilo que se nos apresenta como um corpo, é real e substancialmente um agregado de muitas mônadas, a materialidade, pela qual elas se exprimem, sendo apenas um fenômeno transitório, é somente por causa da confissão de nossas percepções sensoriais que essa pluralidade se nos mostra como um todo contínuo. As plantas e os minerais são, como tais, mônadas adormecidas com ideias inconscientes; nas plantas, essas ideias são as conformadoras forças vitais.

 

Primeiro parágrafo após a citação

Antes

É inegável esta interdependência, condição fundamental para que haja evolução, na qual todas as coisas são solidárias, pois todos somos irmãos e fazemos parte de um único Deus.

Depois

É inegável esta interdependência condição fundamental para que haja evolução , na qual todas as coisas são solidárias, pois todos somos irmãos, proviemos da mesma substância primordial e fazemos parte de um único Deus – a causa e o efeito de tudo quanto existe.

 

Página 71 e 72:

Último e Primeiro parágrafo

Adendo

Deus é Pai e Mãe, concomitantemente, portanto, todos os seres não são d'Ele senão fulgurações, isto é, diminutas frações de Sua perene substância. Desse modo, somos, ao mesmo tempo, pai (Espírito) e mãe (mente) por nossa vez! A função essencial da mãe é de criar e a do pai é de sustentar essa criação. São duas partes de uma só realidade (feminino e masculino, yn e yang, anima e animus) que se unem na organização e na manutenção de suas criações (desde os mais ínfimos pensamentos às mais elevadas ações). Enquanto um educa (faz emergir o que é inato no nascituro), o outro instrui (fecunda as potencialidades ínsitas no ser em formação), de modo que todas as tarefas devem ser realizadas pelas duas realidades do ser, em todos os matizes inerentes à sua prole (vide questões 540 e 560LE). O mais importante, nesta parceria, não é a obrigatoriedade de manifestarem rigorosamente as características acima de uma das partes, seja a intitulada de mãe (eu exterior) ou a intitulada de pai (Eu interior), mas sim, conservarem a certeza de que devem ser completos, unos, como completo é o Tudo-Uno-Deus, guardando as devidas proporções. Como tais, devem n'Ele se espelhar, pois, pais e mães, todos o somos, em suas imensuráveis nuances, ou seja, herdamos da Excelsa Unidade o poder de criar as criaturas (almas-personalidades e suas subdivisões) e, nelas, estatuir o poder de criar e de se desenvolver por sua vez. Isso equivale a amar libertando, pois, mães e pais que se esmeram não criam os filhos para si, mas, sim, para o mundo, para a vida, para serem livres, conscientes, responsáveis, felizes, de modo a se tornarem cocriadores com a dualidade Una, a Mãe e o Pai Cósmicos, a Eterna Sabedoria, isto é, a fusão de tudo quanto existe, o Supremo Arquiteto.

 

Página 218:

Adendo

Antes

 

[...] A maior claridade da alma na explosão da fé acontece quando ela ensina exemplificando, dedicando a sua vida na vivência do que falou, ou então, quando fala vivendo. Os pensamentos e as palavras são senhores da teoria, e o comportamento, o absoluto que vive tudo o que o amor lhe oferece como norma. [...] 

 

Dessa forma, basta-nos eleger determinada meta e as orientações de um professor habilitado que não precisa ser diretamente o Cristo, mas alguém que já se fez uno com Ele, na exemplificação diária. Quando o ser se predispõe a aprender, o cosmos designa-lhe o orientador e as oportunidades. O ideal é trabalharmos em nós e fora de nós, copiando esses exemplos em nossas ações, sabendo que todo auxílio de que necessitarmos será proporcional ao esforço empreendido e ao trabalho realizado.

 

Depis

[...] A maior claridade da alma na explosão da fé acontece quando ela ensina exemplificando, dedicando a sua vida na vivência do que falou, ou então, quando fala vivendo. Os pensamentos e as palavras são senhores da teoria, e o comportamento, o absoluto que vive tudo o que o amor lhe oferece como norma. [...] 

 

Para amar com proveito, precisamos, encarecidamente, respeitar o objeto de nossa atenção, sem reservas. O desenvolvimento do respeito consciência só nos será possível, mediante a compreensão do degrau galgado pelo elemento analisado. A fim de auferirmos o conhecimento em plenitude, faz-se imprescindível estudar com afinco.  O êxito no estudo coerente apenas será logrado por meio do querer sincero, ante a necessidade do saber consciente. De modo que, para atingirmos tal meta ou alcançar semelhante intento, carecemos de estímulos constantes e entusiastas pela exemplificação dos que já conseguiram tornar-se o que por hora almejamos.

Quando mais vastos os conhecimentos teóricos (fé raciocinada, enriquecimento cultural) e quanto mais amplos os recursos auferidos na ciência experimental (fé vivenciada, patrimônio indelével), por meio da qual lograremos capacitar-nos na ação, maiores serão as oportunidades a nós ofertadas pelas leis e pela vida. Consequentemente, mais extensas e exitosas serão as probabilidades concernentes aos acertos pretendidos, ante a intransferível incumbência da autoiluminação, ou seja, iluminar-nos na ação inadiável, o amarmo-nos uns aos outros como o Cristo nos tem amado.

Dessa forma, basta-nos eleger determinada meta e as orientações de um professor habilitado que não precisa ser diretamente o Cristo, mas alguém que já se fez uno com Ele, na exemplificação diária. Quando o ser se predispõe a aprender, o cosmos designa-lhe o orientador e as oportunidades. O ideal é trabalharmos em nós e fora de nós, copiando esses exemplos em nossas ações, sabendo que todo auxílio de que necessitarmos será proporcional ao esforço empreendido e ao trabalho realizado.

           

Página 299:

Errata

Antes

André Luiz em Mecanismos da Mediunidade lembra que: “A ideia é um ser organizado por nosso Espírito, a que o pensamento dá forma e ao qual a vontade imprime o movimento e a direção.”

É o pensamento uma cocriação menor, elaborada por nós, e que vai agir também sobre nós, de acordo com a sua natureza. Este “ser” que criamos pela nossa vontade, da mesma forma que pode poluir e desequilibrar pode sanear e curar.

 

Editora O Despertar da Consciência

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